Tuesday, 30 July 2013
Andaimes. Trinity
Palavrinhadonra que ainda não consigo ver John Lithgow tranquilamente. Quanto maior o ar casual, mais medo tenho.
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Monday, 29 July 2013
Kardashians. Assumo tudo
Os Kardashian. Só assim, sem mais nada. Porque são todos.
Eu nunca me tinha dedicado ao clã Kardashian. Para mim, até há uns meses, existia uma Kim Kardashian e tudo era uma grande nuvem (pelo menos até à vida com Kanye). E era a Kim Kardashian neste tom "não sei, nem quero saber. Não percebo o dinheiro dessa gente nem o sucesso do dia para a noite só com uma sex tape. E muito menos quero saber do menine e essa Kardashian person. E agora não sei que pensar do Kanye West, estou perdida." E era isto, a maturidade de sempre portanto.
Uma amiga, viciada em E! (e se aquilo vicia, pelo menos pessoas como eu que se deixam apanhar pelos TLC da vida, até já Ice Loves Coco estava a ver) falava-me nas irmãs, por alto, que eu quando não sei nem conheço sou uma seca. E eu, não sei bem como, há umas semanas comecei e já quase acabei de ver tudo.
Sem medos. Sem problemas. Vi praticamente todos os Keeping Up With the Kardashians e os spin offs (sim, há spin offs). Fiquei a saber quem são, já as distingo dos Jonas Brothers - vestem-se melhor, é este o truque, aprendam - e pronto, é mais ou menos isto. Se fiquei mais rica? Não. Fiquei mais culta? Não, continuo com uma cultura pop/mainstream que só visto. Se me sabe bem ver trash tv? Tão, mas tão bem.
Uma coisa ou outra? As manas têm dinheiro e cabelo que não acaba, o pai Kardashian (já falecido) defendeu OJ e a mom'ager Kris é que lhes trata das carreiras. Carreiras... Conheço melhor o Lamar Odom e o Bruce Jenner. As irmãs vestem, se não lindamente - isto dos gostos já se sabe, pessoalmente gosto de muita coisa que vejo - pelo menos caro, muito caro. A máquina está mais que a andar, aparecem, recebem para aparecer. Como por cá, mas em milhões.
Depois o outro lado, e que acaba por ser o que dá o twist: as manas são bregas no trato e na vidinha em geral. Não se odeia nenhuma, não se adora nenhuma. Ou sim, mas à vez. Não, não se adora (nem se detesta).
A coisa não liga: Louboutins, carteiras Chanel, calão e gritos casas (as casas...) fora. É uma sensação de belo horrível. Podia ser tudo perfeito e lindo, mas acaba sempre com gritaria e/ou comida cabeça abaixo.
Eu tive o meu treino com muitos Toddlers And Tiaras e a prova de fogo com Honey Boo Boo (não passei, vi 2, 3 episódios se tanto). Depois de TLC, as Kardashians parecem glamour. Mas só parecem.
E depois vai acontecer-me o mesmo que com o America's Next Top Model. Vi tudo, lembro-me de quase nada. E assim é que está certo nestes casos.
Sunday, 28 July 2013
Afinal continuo no filme
E eu que queria comentar bichos. *sigh*
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Duelo Imortal agora no Hollywood
Vou ver BBC wildlife. Se me deixarem.
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Thursday, 25 July 2013
Os Irrevogáveis
Uma adaptação pos-decisão do TC.
E com efeitos em Agosto mas ainda relativos aos ultimos dias de Julho.
Adoro.
Não, não adoro nada.
Emprego precisa-se.
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Carlota Days ❤
Uma sova, foi o que pareceram os dois últimos dias. Consegui distrair-me por umas horas, mas quando sozinha a cabeça só estava num sentido.
Dormi pouco e hoje as 7h já estava acordadissima, preparada para receber novidades a partir das 8h30. Agora o sono chega em força.
Estamos longe da situação perfeita, mas o pior já passou. Fica o choque e a ressaca disso.
De terça para hoje 4 vidas mudam. Assim, de um momento para o outro. E com elas, outras.
Esta família recebeu-me em casa e confiou-me a princesa mais nova - e a mais velha 3 dias - e eu aproveitei o meu tempo com ela(s). Num mês criam-se laços com um bebé que ainda agora conhecemos.
Lembrei-me muito das maozinhas dela na minha, o pé encostado a minha mao, os guinchinhos e risos a brincar. As sopas, as frutas. Da cabecinha encaixada no meu pescoço que me faz cocegas. As roupinhas fofas e frescas. O olho azul a sorrir.
Pensei e repensei se podia ter adivinhado. Mas depois de sabermos, depois de acontecer, parece tudo muito óbvio. Antes pode ser tudo ou pode ser nada. Revi fotografias e notei diferenças. Mas depois tudo é mais fácil de notar.
Tão baby...
Já passou, vai correr tudo bem.
Anotem - olhos em sol poente, ir ao médico. Agora sabemo-lo, passo o conhecimento
Carlotinha ❤
Correu tudo bem, começo por aqui, um spoiler abençoado para um post destes.
A Carlotinha é a baby com quem fiquei no mês de julho. Faz segunda-feira 6 meses.
Há dois dias que via duas vidas, uma vida em dois tuneis. Num, tudo continuava, a vidinha corria e eu com ela, que remédio. No outro, só a baby e tudo parado. Eu parada, só queria não me mexer, que nada se movesse, voltar e ficar no ponto em que estava tudo bem. E do outro lado a vida a correr, conseguir não pensar muito por umas horas.
Há dois dias a C foi ao hospital e ficou internada com o diagnóstico que ninguém quer. Expressões como "líquido no cérebro", a hedionda palavra "tumor" e uma operação aos 5 meses. Resumidamente é isto. Foi. A operação foi hoje de manhã e correu tudo bem. É o ponto em que estamos e é o que importa por agora.
Não dobro cantinhos que não quero voltar a ver.
Uma nota muito pessoal: #prayFor rula. E o pedir e receber em troca o respeito pelo silêncio, priceless.
Saturday, 20 July 2013
Das redes sociais. 'Cabadinho de ouvir
Não, assim de caras: não.
Agora se somos todos amigos ou não também é discutível. Tal como na vidinha lá fora.
O que eu sei é que na vida fora das redes há quem me conheça bem e me adivinhe muita coisa: gostos, pensamentos, risos. MAS! Nas redes sociais também há, e são mais pessoas. E é isto.
Verdade verdadinha, a minha cabeça tal como ela é anda pelo twitter - vagamente pelo facebook - e isso ajuda a adivinhar-me lógicas (?) e tolices.
Se amizade é chorar de emoção ao por do sol de mãos dadas e descobrir que a vida vai ser boa porque somos amigos, disso não tenho nem no real nem no virtual. Também não preciso.
Sei que me rio e me divirto. Rir sim, é o meu por do sol de lágrimas nos olhos e cabelo ao vento. E não sei rir artificialmente. Só assim "xD" e se na vidinha real pouca gente o perceberia, na virtual muita gente sabe a interpretação que tem. Olhem, nuances e subtilezas, para mim é isso que importa nas redes sociais.
Pronto, não fica tudo dito mas também não temos pressa e há mais blog para escrever.
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Friday, 19 July 2013
Da incompatibilidade. Mp4
Desta incompatibilidade, dizia eu, resulta então que ando com o dia de Rock in Rio do ano passado, James de há dois (ou três?), Alabama Shakes e Tame Impala (cá está, laivos de modernidade a lembrar que estou em 2013), uma compilação de OST do Almodovar (e é quando vibro com Luz Casal que sei que não estou assim tao longe das senhoras que vao ver o Julio ao Atlantico Meo Coiso. É , é), e os podcasts do Ricky Gervais. Ah! E ainda dois sambas, Tarantino OST, acho que um Boss AC e um skunk. É uma pequena amostra desta miscelânea que me salta de cada vez que o ligo. E volto sempre ao momento em que ouvia mais cada musica. No fundo era aqui que o post pretendia chegar. Volto aos olhos esborratados e mantilha descaída, tacones lejanos e tiranos. Volto ao Campo Pequeno e Baia de Cascais em menos de um ano, volto ao Boss (volto sempre ao Boss).
Era mais ou menos isto, no metro e a seguir ao primeiro café do dia, fazia mais sentido. Tá dito, tá dito.
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Para tudo!
Entrou no metro uma daquelas malas, como chamavamos? Da tropa? Não sei, são em lona, verde-tropa (esta por acaso é preto-já-ruço) debruadas a beige. Aaaw... Tinha-as tao presentes mas acho que não via uma há séculos.
Era isto. XoxOox
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Wednesday, 10 July 2013
Dos horários (está calor, já sabemos todos)
Faço o mesmo horário que o calor nesta casa: à noite pelo quarto, de manhã na sala.
Toca, temos de falar, isto não está a resultar.
Monday, 1 July 2013
Ainda as filas
É também sabido que ninguém conta com o volume extra de um saco ou mochila que traga consigo. Levarás da mesma forma encontrões, desta feita dos sacos dos outros.
Conclusão: os sacos são invisíveis.
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Das filas
Poderá ser demasiado cedo.
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