Sunday, 29 December 2013
Melhor versão para explicar uzolhes de Legolas:
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Thursday, 26 December 2013
Isto não é spoilers, calma. Uzolhes de Legolas
Mas não leiam se não quiserem.
Fui ver o Hobbit, o segundo, este da tragédia ou desgraceira de Smaug. E o Legolas está com uns olhos azuis, assim de um azul-Frodo, não sei se estão a ver qual é. Eu juro, palavrinhadonra que sou do menos atento a estas coisas no mundo, mas comentei que não me lembrava nada daquele tom (o que sim, seria de esperar de mim, não me lembrar de uns olhos turquesa).
Comentei no twitter e confirmaram-me que de facto não eram assim, e mais, mudaram ao longo dos filmes. Já queria rever a triologia anterior há algum tempo e aproveitei. Confirmei que os olhos do elfo não são desta cor pelo menos nos dois primeiros filmes, sendo que no primeiro são castanhos quase o tempo todo e no segundo já azulam.
Ainda não me chegava, quis saber o que se comentava pela internet fora. Nem cheguei a saber, li isto: "Peter Jackson admitted that they forget to put Bloom's contacts in several times". E é isto, ah superproduçõezinhas e assim, e nem realizador, nem anotador, nem actor, nem um asssitente diz: CORTA, Para tudo, rebentabolha! Faltam-muzolhes!
Friday, 20 December 2013
Platoon. Da perspectiva teen à de ontem
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Wednesday, 18 December 2013
Toda ela é drama e tragico-comédia
Marta, 7 anos à data de hoje
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Friday, 13 December 2013
Untitled
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Contas que importam
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Friday, 6 December 2013
A morte nas redes sociais
Hoje há um respeito maior que tudo o resto. As piadas ou comentários que leio não são tanto a Mandela mas a outros bastante inferiores a ele e que pouco ou nada aprenderam com a passagem dele pelo mundo.
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Thursday, 5 December 2013
Da pateada
Eu juro juro que não tenho - pode parecer, às vezes pode - 80 anos. Eu, ó filhos, que às vezes twitto em ó filhos mode, não tenho essa idade toda nem a sabedoria que com ela havia de vir. Mas para mim pateada, o bater com os pés no teatro, num concerto, num bailado, no que quiserem e gostarem de ver, sempre foi sinal de desaprovação. E cresci com públicos simpáticos, tanto que nunca ouvi uma pateada com esse significado.
Mas por algum motivo, de há uns anos para cá, é normal bater-se os pés a pedir encore por exemplo. Não entendo, juro. Desata tudo a bater os pés em sinal de agrado. Mas como foi esta reviravolta?
Ontem fui assistir ao concerto da Lisbon Film Orchestra e lá se voltou a ouvir (músicos incluídos) o bater de pés. Confirmei com os dois amigos com quem estava, para não me sentir tão só. Também conhecem a pateada como manifestação de desagrado, e também não percebem bem isto.
Um assobio tanto pode ser de celebração como de protesto. Palmas são palmas. Apupos são apupos. E eu achava que pateada era pateada. Aparentemente já não o é. Mas recuso-me. Tra lalala
Tuesday, 3 December 2013
Meninas. Martas
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Monday, 2 December 2013
Zumba
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Sunday, 1 December 2013
Do falar como deve ser aos miúdos
Vem isto a propósito de duas coisas. Uma é que sempre que há o peditório para o Banco Alimentar vejo pessoas darem respostas aos voluntários - muitas vezes menores - que não lembram ao diabo. Já ouvi desde "vai pedir ao Primeiro ministo" a "eu não sei o que fazem aos alimentos" e eles hão-de ter muitas mais pérolas a contar. Tudo muito certo, cada um tem direito a não contribuir, como a ter a sua própria opinião sobre a iniciativa, não discuto isso. Mas há necessidade de falar assim aos miúdos? Fico doente com estas coisas.
À outra assisti há uns dias num hipermercado. Estava-se numa fila para as caixas de self service, nas quais só devem estar cestos. Um pai, talvez distraído, estava na fila com o filho e tinham um carrinho. Não estava cheio nem nada que se parecesse, mas era um carrinho. A fila nem se indignou por aí além, reparou e tal mas ninguém disse nada. O pai lembrou-se que precisava de mais não sei o quê e "fica aqui, o pai vem já". O miúdo teria uns 8, 9 anos se tanto, e ficou. Pois nesse momento lá vem uma esperta de uma funcionária e atira sem olhar sequer direito para a criança "esta fila é para cestos, não podem estar aqui carros". Imbecilóide. O miúdo ficou alifto, óbvio, sem saber onde ir com o monstro do carro e sem saber do pai. Por acaso o pai não demorou e também resolveu facilmente e sem dramas: passou tudo para um cesto e mantiveram-se no mesmo lugar. Mas é esta falta de tacto como a desta fulana, esta coisa de ser miúdo ou não é tudo igual, o mexer-se para repreender a criança e não esperar que chegue um adulto, que me enerva. Nem me passa pela cabeça que tenha esperado que o pai não estivesse, é claramente a fomra como trata todos: novos, velhos, clientes ou colegas. Vai tudo a eito que ela não está cá para perder tempo com o respeito aos outros. Assim como sei que há crianças impertinentes e malcriadas. Mas não era o caso. Alias, ninguém teve tempo para ver que tipo de criança era, ela chegou, rosnou e passou.
Eu sei que têm formações etc, no módulo comportamental era de incluir ou insistir em que crianças e idosos não devem ter o mesmo nível de exigência e intolerância - que é do que se trata aqui, não é mais que isso - que o resto da população. Anda tudo de paviu curto, mas isto é ser estupido, nada mais. Porque provavelmente trata os idosos como palermas e a paciência é a mesma. Enfim, devo ser eu que ando sensível.
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