Ontem pelo twitter falou-se em Gun. Meu Deus, Gun... gostava imenso pelos meus 16, 17 anos. Andei a ver e gostava muito de "Only One" e "Better Days" entre outras. Apesar de precisar de recordar as músicas, Gun marcou decididamente a minha adolescência, ninguém tem culpa que eu tenha muita memória para umas coisas e quase zero para outras.
Por causa de Gun lembrei-me de Candlebox, não que tivessem a ver uns com os outros, eu é que ouvi todos pela mesma altura. Conheci Candlebox em casa da minha amiga T. Passámos alguns fins de tarde a jogar Trivial Pursuit e a ouvir o primeiro album de Candlebox. Depois disso, não os voltei a ouvir. Não faz mal, esse é que foi o do meu coração.
E a propósito de discos-que-conheci-em-casa-da-T-e-me-hão-de-lembrar-para-sempre-dela, Live também fez parte das nossas tertúlias entre os 16 e os 20 anos. Ainda somos amigas, muito, mas já não ouvimos música enquanto jogamos trivial e a mãe da T nos prepara bolo para o lanche.
Live, ouvimos muito o Throwing Copper, do qual I Alone e Lightning Crashes eram as minhas preferidas. Ou seria o Selling the Drama? Ou estarei já a influenciar a adolescente que fui com a adulta que sou? Não sei, deixemos assim.
E last but not least, acho que por essa altura também ouviamos o Cracked Rear View dos Hootie and The Blowfish intensamente. Mas este ainda tenho. E gosto muito dele, foi a minha banda sonora para dramas pessoais durante muito tempo. Sim, sempre fiz de tudo uma Disney World, deixem-me. A hidden track "Goodbye" arrasava com os meus desgostos em allstars e polos por cima de camisas fofinhas.
No comments:
Post a Comment