E depois toda a gente "ah que fofo, o pombo a querer sair do metro para a rua e nós a descer e ele sobre as nossas cabeças". E eu avançando devagar à espera que ele saia do espaço que não lhe pertence, que tem o céu todo para que insiste em andar por aqui, eu a medir tempo e espaço para evitar encontros e pânicos e a pensar para que se mete um pombo nestas aventuras. O céu todo, senhores, todo. E é isto pela manhã.
Enviado de Samsung Mobile
Ratos com asas.
ReplyDeleteA sua escrita evoca um pouco a do ALA.
Medonhos.
ReplyDeleteEu juro que achei que tinha respondido a este comentário que inclui um mega-elogio. Sei a que se refere na escrita do ALA, gosto muito da forma como transcreve a nossa forma de pensar. Fá-lo como ninguém. Muito obrigada :)