Tuesday, 9 September 2014

Ia contar uma coisa mas agora digo isto

Eu tenho ali nos rascunhos um post sobre um estampado floral numa camisola que a um amiga fica a matar,  e a uma pessoa que vi hoje no caminho ficava a coisa mais pirosinha do mundo. Está nos rascunhos à espera de maior comicidade, que só me saiu no início (dizia assim:  "A camisola é navy -  ainda digo azul escuro mas o corrector insiste" hilariante, eu sei). Adiante.  Vim tomar um café e constato logo duas coisas. Sou assim, os hábitos dos outros alimentam-me a mente e a escrita (não é um bocadinho isso, escrever? Tenho para mim que sim). Mas passemos à primeira constatação: na tv, num dia programas da manhã, a legenda "Leonor tem uma cicatriz no queixo desde os nove anos". O tema deve ser cicatrizes, claro, mas a legenda assim solta, sem som, é só isto. Olho para a Leonor e não avisto a dita. Preciso de óculos, e não é de hoje. De qualquer forma não há um queixo deformado, nem sequer diferente dos outros.  Segunda constatação. A umas mesas de distância, um grupo veio também à pausa da manhã.  Quando se vão embora a mesa fica vazia, uma ou outra cadeiras por arrumar: já dominanos esta coisa do levantar o próprio tabuleiro, mas a ancestral tarefa de arrumar a cadeira continua a pertencer só aos mais sábios e civilizados. 

Enviado de Samsung Mobile

4 comments:

  1. A propósito de não arrumar a cadeira: já ouvi a mais do que uma pessoa a versão supersticiosa de que "dá azar" (???) e que por isso alguns donos de estabelecimentos não gostam que os clientes arrumem as cadeiras (?????). Bela desculpa.

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  2. Normalmente para essa questão das cadeiras costumo dizer que o pessoal tem o "cú grande". Eu tenho a sensação que arrumo sempre a minha mas na volta, se calhar quando vou distraida também não o faço.

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  3. ahaha falta a versão "se eu arrumar estou a tirar o emprego a quem a arruma habitualmente"

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  4. Talvez, mas geralmente quem arruma já nem dá por isso, é um gesto natural :)

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